Brainstorming


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Depois de ter lido alguns comentários surgiu-me o seguinte…
Como todos bons Portugueses que somos, temos sempre aquele perfil de “treinadores de bancada”, isso, ninguém nos tira! Então porque não tirarmos proveito disso para dar-mos algumas boas ideias para o futuro.

“O que é que tu farias pela Pateira?”

É esse repto que faço, o que é que vocês, com os conhecimentos que têm fariam para salvar a Pateira… e falo, globalmente!
Não só desafio, para que surjam ideias de solução da praga dos jacintos (porque essa para já penso estar resolvida, não a praga, mas a solução) mas também ideias de requalificação das margens e de aproveitamento do que estas águas nos poderão dar.

Fundamentem bem as vossas ideias, para que na sorte de alguém com poder decisivo ler esses comentários, possa começar a pensar no nosso problema.


13 Comentários “Brainstorming”

  1. Anonymous Anonymous 

    É pena que num país, se opte deixar morrer um espaço pelo abandono…
    Na nossa Pateira temos de nos seguir pela lei da reserva ecológica (REN) e ainda pela Zona de Protecção Especial (ZPE) da ria de Aveiro (DL nº 384-B/99) em que estamos inseridos, a qual não nos deixa fazer nada… literalmente nada!
    Na margem direita da Pateira, em Óis da Ribeira existe um espaço turístico seguramente há mais de vinte anos, esse espaço encontra-se num sitio soberbo no entanto está com um aspecto e condições que muito deixam a desejar, mas infelizmente por muito boa vontade que o seu proprietário possa ter para requalificar aquele espaço, a REN e ZPE não o permitem.
    Mas o que é isto? É preferível ver o abandono??... ou delegar responsabilidades ás empresas de empreendimentos turísticos que poderiam investir nestas margens e para proveito delas mesmas e consequentemente de todos nós iriam manter estas margens mais cuidadas.
    Não falo em mais estalagens, mas restaurantes ou bares em madeira como aqueles que existem em cima das dunas da Barra e da Costa Nova do Prado. Espaços como estes iriam trazer para as margens novos visitantes, de novas faixas etárias, que iriam aproveitar esta maravilhosa paisagem e não iriam corroborar com o abandono ate á morte da Pateira.
    Criar as famosas vias iluminadas para bicicletas e pedestres, senso arrojados e tentá-las fazer á volta da Pateira (é possivel, sim!!) com zonas de pernoita e inserí-las nos roteiros nacionais e internacionais, construir infraestruturas que se adequem á pratica de pesca desportiva e trazer mais campeonatos para cá, sejamos megalomanos nas ideias para que façamos alguma coisa

    Eu penso sempre assim, se não houver um bom motivo, ninguém se vai importar.

    Nota:Leiam os DL 384-B/99 e 140/99 e reflictam sobre as proibições que nos fazem por causa das espécies de aves nidificantes, e no entanto na Pateira continua-se a caçar e pescar para matar.

  2. Anonymous Anonymous 

    Boas noites,

    Uma questão que ainda não vi aqui ser discutida, e está de algum modo incluida no repto que lança sobre "o que fariamos pela pateira", nomeadamente na tão
    mal falada "praga dos jacintos". Estive no convivio por voces promovido e vi de facto muita vontade para acabar com os jacintos. Contudo, ou não interpretaram como eu as palavras das oradoras ou o assunto é muito incomodo. Lembrar-se-ão de ouvirem falar (para os que se dignaram a assistir) que os jacintos fazem um efeito deporador de todos os poluentes introduzidos, deliberadamente ou não, na pateira. Será apenas a mim que me parece ridiculo discutirmos os modos de extracção dos jacintos sem pensar no que isso poderá originar? Que outro ser serviria de "filtro" aquelas águas? Isto está analisado? Não será mais racional, antes de se passar ao combate dos jacintos analisar os panoramas adjacentes à sua eliminação?
    A minha ideia é tão somente esta, antes de pensarmos na pateira sem jacintos toda bonitinha ao olhar, pensemos antes num sentido mais profundo na pateira sem modos de "eliminar" os poluentes que lhe são despejados... Preferimos ter uma pateira aparentemente linda, mas com àguas poluidas? Pode-se com algum esforço tentar que esta matéria seja também ela pensada. E se é que já o foi, mostrar os resultados à população.

    Sem outro assunto,
    Pedro Pinheiro

  3. Anonymous Anonymous 

    Penso que têm toda a razão em querer alterar o estado das coisas. Porém como já foi referido pelo meu amigo Pedro Pinheiro (sim, eu também estive na palestra) a solução para os jacintos passa, penso eu, não pelo seu extremínio mas por uma adquação ao espaço em que estes se inserem tendo sempre em conta a não alteração da qualidade da água da Pateira. Se isto acontecesse nem quero pensar no que poderá acontecer à flora e à fauna da Pateira. Já para não falar na possível alteração da qualidade das águas subterrâneas que são alimentadas por esta zona. Mas felicito-vos por trazerem este tema para o nosso dia-a-dia. Muitas vezes estes temas tentam ser escondidos, para que possam passar ao lado das pessoas. Porém existe um momento em que a "bomba tem que rebentar" e vocês conseguiram-no.
    PS: Para quem quiser saber mais sobre o ambiente de Águeda e tomar conhecimento de algumas curiosidades pode ir visitanto o nosso blog, que tal como este visa alertar a população para o ambiente! São blogs diferentes mas com o mesmo sentido, ajudar Águeda. Porém também podem e devem comentar. Ainda é muito "fresco" mas já dá para ficarem com uma ideia do que lá se vai passar.
    Até um dia,
    Fábio Almeida

  4. Anonymous Anonymous 

    Meus caros compatriotas laranjas,
    A ceifeira já chegou!!!Viva!!! Conseguimos!!!
    Ou não?!
    Bem, é verdade que antes da nossa tão esclarecedora conferencia já sabiamos que a ceifeira estaria cá por volta do fim do ano, mas mesmo assim lá a fizemos com pompa e circunstancia.
    É verdade que a vinda da coitada da ceifeira passou praticamente despercebida na imprensa local enquanto a nossa conferencia teve honras de primeira página.
    Caramba então pra que fizemos a conferência? E a cefeira, nem uma foto king-size teve direito?
    Que se passa? Algo está mal!!!
    Ou não?!

    Bjs amigos laranjas
    da vossa Floribella

  5. Anonymous Anonymous 

    Cá temos nós a ceifeira...?
    Huummm!!!
    Temos motivo de festa e é de festas que a malta gosta.
    Fassamos a festa até à hora do funeral e depois como já não temos nada mais a perder fassamos tambem uma festa sobre o cadáver e no meio dos cadáveres. Pois é de cadáveres que iremos falar quando por negligência e excesso de comemorações deixarmos que a maior lagoa natural da Península Ibérica se transforme num pântano fétido e poluído.
    Depois tambem já poderemos atravessar para as outras margens e comemorar com as demais populações o desprezo a que botamos esta que fora outrora a mais bela e encantada lagoa adormecida.
    Gostaria estar cá para ver se depois haveria tanta disputa entre margens para ver a quem é que pertence o maior e mais poluido pântano do mundo.
    Ceifeira para quê?
    Os jacintos não precisam de ser ceifados, mais uma jogada de diversão para entreter o pagode. Melhor ainda os jacintos não provocam qualquer mal à pateira. Pelo menos nenhum mal maior aquele que as populações circundantes provocaram ao longo destes anos (fertilizantes em excesso que depois escorrem para a Pateira, descargas directas das empresas instaladas nas margens, etc.).
    Estejamos mais despertos para fiscalizar estes atentados, participando-os a quem de direito e já contribuiremos bastante.
    Estamos a chegar a um período propício para se cometer estes atentados, mantenhamo-nos atentos. Um passeio pelas margens pode ser um bom príncipio para que os que atentam contra a lagoa seja finalmente desmascarados.

  6. Anonymous Anonymous 

    Vamos lá ver se nos entendemos. De uma forma muito simples quero só lembrar que os jacintos em excesso prejudicam as águas da Pateira e as espécies que nelas tentam sobreviver. Alguns jacintos controlados e em zonas específicas podem ser uma ajuda sim, para purificar as águas. Mas não exageremos. Será que os jacintos que são reconhecidos como uma praga a nível mundial agora vão passar a ser vistos com bons olhos? Nem 8 nem 80!!! Vamos juntar as populações das margens sim, mas para preservar a lagoa e não os jacintos em demasia! Pateira limpa, Pateira linda! (Este slogan já foi criado há anos mas parece que as pessoas se esqueceram).

  7. Anonymous Anonymous 

    Viva Viva VIVA VIVA
    Vivam os iluminados! Aqueles gajos que nesta Câmara vão ser os próximos prémio NOBEL! Como é que nunca ninguém tinha pensado nisso antes, e o mais curioso é que depois dos senhores iluminados pensarem, também mais ninguém o pode fazer!

    Independentemente de quem faça! Façam! Mas rápido! Deixem-se de teorias!

    Beijinhos a todas as Floribellas e aos Nóbeis Municipais

  8. Anonymous Anonymous 

    Já sinto é que vai ser inédito!
    Tanto prémio Nobel junto, mas tudo se resolve! Para alguns!Não é?

  9. Anonymous Anonymous 

    Sim os jasintos em excesso são um maleficio para qualquer curso de àgua. Assim como as plantas flutuantes, mas porque? Porque reduzem o nivel de oxigénio das mesmas, e obstruem a luz solar importante para as plantas submersas para que elas possam "produzir" o oxigénio... Com os jasintos a "dominarem" a pateira à tanto tempo, tenho curiosidade em saber quantas especies, e em que quantidades, de plantas aquáticas sobraram... Tenho curiosidade em saber se foi pontedaro o poderoso efeito "purificador" dos jasintos na pateira, e se foi ponderado se ela tem capacidade (sem os jasintos) de filtrar as suas àguas. Tenho curiosidade em saber se alguma coisa foi ponderada, gostaria de acreditar que sim! Espero que não passemos para o corte, eliminando o problema à superficie tão à comudista maneira humana, ou se podemos aguardar um pouco e ponderar bem as nossas decisões.
    Não se trata de atacar a câmara, não se trata de atacar os partidos, será que a pateira quer saber de partidos? A unica coisa que interessa é ponderar bem o que fazer, elevarmos o pensamento para além das entidades politicas. Esperemos que isso seja feito....

  10. Anonymous Anonymous 

    Meus caros amigos Fermentelenses

    Todos nós queremos um mundo melhor. Só falta um pouco de vontade, honestidade, actos...
    É claro que iniciativas não têm faltado, desde de criticas a publicidades… Posso constatar que sejam políticos, sejam do povo, sejam o Zè Povinho que todos tentam lutar pelo mesmo.
    Uma pergunta fica no ar: “O que já fizeste pela tua Pateira ou que pensas tu fazer?”.
    Se deixarmos o tempo falar poderá se tornar tarde demais? Iniciativas onde se encontram meus caros amigos? Que pensam fazer mais, se já algo foi feito?
    Sinto que um esclarecimento, mais trabalho, mais iniciativa seria bem vinda. Penso que há muito para ser feito, mas que tudo se torna tardio. Falam muito e pouco se diz. Espero ver atitudes em vez de refúgios…

    PS. Já agora não se refugiem por detrás de uma campanha, mostrem resultados, atitude, trabalho, informação… Ajuda não devera faltar se houver honestidade, penso eu!!!

    Obrigado

  11. Anonymous Anonymous 

    “Turismo ornitológico
    Observação de aves promove crescimento de economias locais
    11.12.2006 - 18h31 Lusa



    A observação de aves beneficia a economia, impulsionando a hotelaria e restauração, mas também o artesanato e os produtos locais, defendeu hoje um responsável da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (Spea).

    Domingos Leitão disse que o turismo ornitológico está em crescimento, sendo cada vez mais os portugueses que praticam esta actividade e se juntam assim aos muitos visitantes estrangeiros que se deslocam a Portugal em busca de aves raras.

    Este é um dos temas que será debatido no seminário sobre turismo ornitológico que decorrerá quarta-feira em Lisboa.

    Em todo o mundo, estima-se que existam cerca de 80 milhões de adeptos da observação de aves, ou seja, pessoas que se deslocam para longe da sua residência para observar aves noutro local.

    A tradição é mais forte nos países anglo-saxónicos e escandinavos, mas os praticantes desta actividade estão também a aumentar em Portugal

    "Quando a Spea foi criada, em 1993, tínhamos 200 sócios. Hoje já somos mais de mil", exemplificou Domingos Leitão.

    Portugal, adiantou, é um país privilegiado para esta prática. "Temos mais de 300 espécies de aves das quais cerca de 60 têm uma distribuição restrita e são endémicas no nosso país ou na Península Ibérica".

    Além disso, destacou o mesmo especialista, Portugal tem um clima ameno e habitats naturais diversificados (zonas húmidas, montanha, floresta autóctone como o montado, planície cerealífera quase única como a do Alentejo) que beneficiam esta prática.

    Existem por isso, afirmou, condições para a actividade ornitológica criar riqueza em locais "remotos, bem preservados e onde as oportunidades de desenvolvimento económico são mais escassas".

    "Para observarem aves, as pessoas precisam de estar mais próximas da natureza. Precisam de equipamentos, aparelhos e roupa adequada, mas também de sítios para ficar e para comer. Além disso, também acabam por adquirir artesanato e outros produtos locais, como queijo ou mel, impulsionando o comércio e a economia locais".

    Em Inglaterra, por exemplo, existem mais de 20 empresas especializadas em turismo ornitológico, algumas das quais organizam excursões a Portugal e a Espanha.

    Em Portugal, no entanto, esta forma de turismo não tem sido muito desenvolvida "porque ainda não foi feito um trabalho nesse sentido".

    Existem, contudo, alguns exemplos onde a observação de aves tem sido promovida.

    É o caso do projecto "Castro Verde Sustentável" da Liga para a Protecção da Natureza (LPN) que usa uma propriedade agrícola gerida de forma adequada para favorecer a presença de aves estepárias ameaçadas como a abetarda e o sisão, muito raras na Europa, pois são características de climas semi-desérticos.

    Parque Natural do Douro Internacional e zonas húmidas da faixa costeira (estuários do Tejo e Sado, rias Formosa e de Aveiro ou salinas de Castro Marim são algumas das zonas mais populares entre os adeptos do turismo ornitológico graças à grande riqueza e diversidade da avifauna.”

  12. Anonymous Anonymous 

    O jacinto-de-água foi erradicado da Alverca da Golegã (10 ha)onde a par de alguma intervenção mecãnica foi usado glifosato.

    Como é que esta opção não parece ter sido contemplada?
    Vide, por exemplo:
    http://www.cotr.pt/informacao/web2/Papers/69.pdf
    http://www.isa.utl.pt/def/waterlobby/publication.htm
    http://bernoulli.isa.utl.pt/agro/acti3.htm

  13. Anonymous Anonymous 

    Saudações, caros amigos!
    Não sei se deveria fazer isto, mas como defendemos todos o ambiente acho que não se importarão.
    Só gostava que visitassem e deixassem a vossa opinião acerca dos jacintos no meu blog (www.projecto_ambiental.blogs.sapo.pt). Penso que o post é de grande interesse e necessito de opiniões exteriores ao grupo de trabalho. Por isso não poupem nas palavras e digam o que vai nas vossas mentes. O título do post é "Jacintos de Água, um filtro natural ou uma praga?".
    Obrigado

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